{"id":440,"date":"2016-12-01T23:44:10","date_gmt":"2016-12-01T23:44:10","guid":{"rendered":"http:\/\/mariano.viveiros.nom.br\/blog\/?p=440"},"modified":"2019-01-21T01:35:39","modified_gmt":"2019-01-21T01:35:39","slug":"a-viagem-nunca-termina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mariano.viveiros.nom.br\/blog\/2016\/12\/01\/a-viagem-nunca-termina\/","title":{"rendered":"A viagem nunca termina"},"content":{"rendered":"<p>Estou aqui, de volta, para contar sobre uma viagem que foram duas, e outras mais.<\/p>\n<p>Sempre fui curioso para conhecer os pa\u00edses mais ex\u00f3ticos, e a Guiana Francesa (Guyane Fran\u00e7aise), por mais que tenha pouco do seu potencial tur\u00edstico divulgado, era um destino da minha lista. Era, porque eu j\u00e1 fui! At\u00e9 a\u00ed uma longa hist\u00f3ria que vou contar resumida aqui&#8230;<\/p>\n<p>Fiz um plano para viajar em agosto de 2016 para Bel\u00e9m, com passagem por Macap\u00e1, e quem sabe alcan\u00e7ar esse outro territ\u00f3rio estrangeiro, que \u00e9 a cidade de Saint-Georges de L&#8217;Oyapock. Ent\u00e3o, fiz o meu passo-a-passo.<\/p>\n<p><em> Agosto de 2016<\/em><\/p>\n<p><strong>Bel\u00e9m<\/strong><\/p>\n<p>Uma cidade grande da regi\u00e3o amaz\u00f4nica, com muitos pontos tur\u00edsticos para se visitar (museus, teatros, parques, etc.) al\u00e9m da estrutura urbana que muitos desconhecem.<\/p>\n<p>\u00c0s margens do Rio Amazonas, Bel\u00e9m tem uma orla onde ficam alguns cart\u00f5es postais da cidade, que s\u00e3o o mercado Ver-o-Peso, Forte do Pres\u00e9pio, Casa das Onze Janelas (tem mais, s\u00f3 que contam somente as da frente, na parte de cima, \u00e9 s\u00e9rio), Museu Em\u00edlio Goeldi, Bosque Rodrigues Alves (Jardim Zoobot\u00e2nico, com um peixe-boi em um tanque), Teatro da Paz (concorrente do Teatro Amazonas), e tantos outros lugares agrad\u00e1veis para ir e passear.<\/p>\n<p>Meu tempo foi curto na cidade, tinha um desafio de conhecer uma outra capital brasileira.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"http:\/\/mariano.viveiros.nom.br\/album\/pa-ap\/imagens\/imagem_42.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"300\" \/><\/p>\n<p><strong>Macap\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>J\u00e1 gostei da cidade nos primeiros passos, nas primeiras ruas e avenidas. Senti-me bem por l\u00e1 nos primeiros minutos, nas primeiras horas. O que tem pra fazer por l\u00e1?<\/p>\n<p>Mais uma vez, \u00e1s margens do Rio Amazonas, Macap\u00e1 tem uma orla onde fica O Cart\u00e3o Postal da Cidade, que \u00e9 a Fortaleza de S\u00e3o Jos\u00e9 de Macap\u00e1, e que os moradores, visitantes, enfim, todo mundo que quer um lugar agrad\u00e1vel para passar o final da tarde v\u00e3o at\u00e9 l\u00e1, e ficam at\u00e9 \u00e0 noite, andando em volta, dentro, em cima, tirando fotografias, etc. Al\u00e9m de tudo isso, h\u00e1 um museu interno, de acesso gratuito. Interessante saber nossos meios de defesa do Brasil de antigamente.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"http:\/\/mariano.viveiros.nom.br\/album\/pa-ap\/imagens\/imagem_65.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"300\" \/><\/p>\n<p>Tamb\u00e9m tem a orla do Rio Amazonas, onde podemos admirar o vento agitando suas \u00e1guas, que v\u00e3o subindo a ponto de molhar as pessoas que passam por perto. Uma divers\u00e3o \u00edmpar, um espet\u00e1culo da natureza.<\/p>\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m o Museu Sacaca, com algumas coisas da regi\u00e3o. Algo que desperta a curiosidade do Brasil, que \u00e9 o Marco Zero, onde passa a Linha do Equador, ou seja, l\u00e1 \u00e9 o Meio do Mundo, tendo tamb\u00e9m um museu, aberto \u00e0 visita\u00e7\u00e3o, e pr\u00f3ximo dali h\u00e1 o est\u00e1dio chamado Zer\u00e3o, pois a linha do meio de campo significa a divis\u00e3o dos hemisf\u00e9rios do planeta.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"http:\/\/mariano.viveiros.nom.br\/album\/pa-ap\/imagens\/imagem_78.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p>Vi tudo isso, mas n\u00e3o fiz ainda o que queria, e que s\u00f3 aconteceria numa outra viagem&#8230;<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Novembro de 2016<\/em><\/p>\n<p><strong>Bras\u00edlia<\/strong><\/p>\n<p>Agora sim, pela primeira vez, andando pelas ruas e avenidas da Capital do Brasil.<\/p>\n<p>Descrever os pontos tur\u00edsticos dessa cidade seria tolo demais, pois, os notici\u00e1rios j\u00e1 mostram isso a todo o momento, mas&#8230; O lugar \u00e9 legal? Sim. E muito.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos diversos lugares divulgados (Explanada dos Minist\u00e9rios, Pal\u00e1cio do Planalto, Lago Parano\u00e1, etc.) tem muitas outras coisas que s\u00f3 estando l\u00e1 para se ver, sentir como \u00e9.<\/p>\n<p>A cidade \u00e9 projetada e planejada, o estilo das constru\u00e7\u00f5es, pensadas numa forma para que as pessoas tenham uma boa qualidade de vida. S\u00f3 n\u00e3o conseguia encontrar os endere\u00e7os, pois, as ruas n\u00e3o t\u00eam nomes, mas sim c\u00f3digos, siglas, tudo para atrapalhar a vida dos desavisados, confundindo at\u00e9 quem \u00e9 de l\u00e1.<\/p>\n<p>Recomendo o Memorial JK, Pante\u00e3o da P\u00e1tria, Catedral Nossa Senhora Aparecida, Parque da Cidade, Torre de TV, e outros mais.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"http:\/\/mariano.viveiros.nom.br\/album\/bsb-oyk\/imagens\/imagem_01.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"400\" \/><\/p>\n<p>Mas&#8230; N\u00e3o parei por a\u00ed, e, como disse, essa foi outra viagem, e novamente, de volta, sim, voltei a&#8230;<\/p>\n<p><strong>Macap\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Preciso dizer mais algo? Sim! O que n\u00e3o fiz na primeira viagem fiz nessa, que foi comer a comida t\u00edpica da regi\u00e3o, que \u00e9 o tacac\u00e1. Um alimento que levanta defunto, e \u00e9 muito saborosa, e que na verdade, n\u00e3o se come, se toma.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"http:\/\/mariano.viveiros.nom.br\/album\/bsb-oyk\/imagens\/imagem_98.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"300\" \/><\/p>\n<p>Voltei pra essa cidade tamb\u00e9m para ir onde n\u00e3o fui da outra vez, que \u00e9 para&#8230;<\/p>\n<p><strong>Oiapoque<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"http:\/\/mariano.viveiros.nom.br\/album\/bsb-oyk\/imagens\/imagem_86.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"533\" \/><\/p>\n<p>Quase o extremo mais ao norte do Brasil (Monte Cabura\u00ed \u00e9 o ponto mais ao norte), um lugar que pude sentir uma paz, olhando o territ\u00f3rio estrangeiro de Guiana Francesa, separado pelo Rio Oiapoque, onde h\u00e1 uma orla simples, mas para se ficar horas admirando a paisagem at\u00e9 o por do sol, que l\u00e1 oferece um belo espet\u00e1culo. S\u00f3 estando l\u00e1 para sentir isso. Mas o meu destino final foi&#8230;<\/p>\n<p><strong>Saint-Georges de L&#8217;Oyapock<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter\" src=\"http:\/\/mariano.viveiros.nom.br\/album\/bsb-oyk\/imagens\/imagem_70.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"533\" \/><\/p>\n<p>Pisei em territ\u00f3rio franc\u00eas, na Guiana Francesa, com meu passaporte, \u00e9 claro, e pude conhecer um peda\u00e7o da Fran\u00e7a colado ao Brasil. Isso \u00e9 poss\u00edvel pegando uma catraia (a um custo de R$ 15,00 em novembro de 2016). Tem muitos brasileiros por l\u00e1, e com\u00e9rcio brasileiro. O idioma ajuda para os aventureiros que forem conhecer o lugar. Quem vai pra l\u00e1 se espanta com a ponte ligando os dois pa\u00edses, e que por burocracia sabe l\u00e1 da onde (Brasil) n\u00e3o concluem o acesso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A viagem Macap\u00e1 &#8211; Oiapoque &#8211; Macap\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Essa \u00e9 uma informa\u00e7\u00e3o \u00fatil para quem quer se aventurar pela regi\u00e3o. Ajudarei com umas dicas:<\/p>\n<p>Passagem (em novembro de 2016, custando R$ 115,00) pelas empresas Amazontur (96) 3521-2581, e Santanense (96) 3521-2225. \u00c9 recomend\u00e1vel fazer reserva das passagens bem antes.<\/p>\n<p>Essa viagem foi de desligar minha mente desse mundo, observando durante a noite o m\u00e1ximo de estrelas, enquanto o c\u00e9u estava limpo, sem a fuma\u00e7a das queimadas constantes na regi\u00e3o, e durante o dia pude observar o trecho de terra da estrada por onde passei, as pontes amea\u00e7adoras sobre belos rios, os povos ind\u00edgenas em suas reservas, a rotina de um povo que vive na floresta, no meio de um caminho conhecido por poucos, num Brasil desconhecido por muitos.<\/p>\n<figure style=\"width: 400px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"http:\/\/mariano.viveiros.nom.br\/album\/bsb-oyk\/imagens\/imagem_92.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"300\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">BR 156<\/figcaption><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estou aqui, de volta, para contar sobre uma viagem que foram duas, e outras mais. Sempre fui curioso para conhecer os pa\u00edses mais ex\u00f3ticos, e a Guiana Francesa (Guyane Fran\u00e7aise), por mais que tenha pouco do seu potencial tur\u00edstico divulgado, era um destino da minha lista. Era, porque eu j\u00e1 fui! At\u00e9 a\u00ed uma longa &hellip; <\/p>\n<p class=\"link-more\"><a href=\"https:\/\/mariano.viveiros.nom.br\/blog\/2016\/12\/01\/a-viagem-nunca-termina\/\" class=\"more-link\">Continue reading<span class=\"screen-reader-text\"> &#8220;A viagem nunca termina&#8221;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[22,20,4],"tags":[242,98,243,244,245,246],"class_list":["post-440","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-passeios","category-viagem","category-vida","tag-belem","tag-brasilia","tag-guyane-francaise","tag-macapa","tag-oiapoque","tag-saint-georges-de-loyapock"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/mariano.viveiros.nom.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/440","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/mariano.viveiros.nom.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/mariano.viveiros.nom.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mariano.viveiros.nom.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/mariano.viveiros.nom.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=440"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/mariano.viveiros.nom.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/440\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":444,"href":"https:\/\/mariano.viveiros.nom.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/440\/revisions\/444"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/mariano.viveiros.nom.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=440"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/mariano.viveiros.nom.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=440"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/mariano.viveiros.nom.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=440"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}