A quem interessa a nossa regressão?

Dizem que o povo “das antigas” eram menos evoluídos, tinham menos tecnologias, menos recursos. Hoje temos possibilidades maiores, fazemos mais coisas. O que esquecem de dizer é que muito do que foi descoberto antigamente não existe mais hoje, ou é ocultado de nós.

Todos sabemos que evolução tecnológica não tem a ver com evolução humana. Antigamente não tínhamos como fazer cálculos complexos de forma rápida, mas agora temos computadores. Por outro lado, as pessoas podem escolher evoluir ou ser feministas, esquerdistas, torcedores de time de futebol, fãs de ricos, etc.

Ao ver sobre “energia limpa” ou sei lá que nome dão ao que dizem ter nas construções antigas, passei a entender que se algo antigo funcionava por que hoje não existe mais? Dizem que os palácios, igrejas, monumentos antigos são feitos com certas arquiteturas porque capturavam energia – sei lá de onde – e utilizavam para muitas coisas. É difícil encontrar uma fonte de informação confiável, mas não duvido que possa ter existido, por exemplo, fontes de eletricidade capturada do ar, sem ser eólica por “cata-ventos”, ou solar, mas sim por alguma combinação de componentes, de materiais eletricamente compatíveis. A pilha, que é algo muito simples, formado por dois metais diferentes e um ácido, podendo ser até o de um suco de limão, pode ter sido criado há muito mais tempo do que pensamos. Imagine outras coisas que já inventaram?

Agora, encontrei uma notícia sobre um cientista brasileiro ter descoberto uma forma de coletar eletricidade do ar, utilizando a umidade e outros recursos suspensos na atmosfera¹.

Tudo bem que Nikola Tesla pode ter feito algo parecido, há muitos anos, quase um século atrás, mas, sabemos que sempre que evoluem em algo, alguém vem e puxa-nos de volta um passo, ou vários passos.

Vendo sobre recursos novos, procurando no YouTube, descobri que esta plataforma disponibilizou um recurso para fazer vídeos curtos. Até aí tudo bem, mas, só podemos reproduzir e pausar. Muito dos recursos de um vídeo normal não estão disponíveis, ou seja, se eu quero voltar um pouco a cena não posso. Se um recurso já existe por que não disponibilizar? Parece até o Instagram, que não dá uma opção de copiar a fotografia de forma mais fácil, ou o WhatsApp, que não sei como enfia um monte de coisas que atrapalham, como o recurso para transação monetária e “status”, como se todos fossem obrigado a saber da vida desinteressante de alguém, mas também não permite que pegue um vídeo ou imagem, somente o que está em uma conversa. E não venham com essa besteira de que é por causa dos “direitos autorais”.

Encerro meu assunto por aqui, pois sei que as pessoas se interessaria mais se fosse passado esse conteúdo em um vídeo. Até porque as pessoas evoluíram, não sabendo mais como ler, nem como se comunicar.

Referência:

1 – SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Cientista brasileiro descobre como coletar energia do ar. 25/08/2010. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=coletar-energia-ar-umidade-higroeletricidade. Capturado em 06/05/2022.

Bombons na atualidade

Pelo menos será atual em 2019, quando ocorreu essa última compra de uma caixa de bombons da Garoto.

Uma coisa me deixou cabreiro: além de reduzir o peso da caixa cada vez mais, reduzindo também a qualidade do produto, os pesos individuais também sofreram alterações que ainda preciso de mais recursos pra descobrir a veracidade.

Na tabela abaixo (espero que esta não suma em alguma atualização deste sistema de “blog”) os bombons It Coco – o qual detesto -, Luar Cookies e Chocomelo têm seus pesos medidos em centésimos de grama. Até o ponto que eu entendo sobre pesos e medidas isso é passível de graves distorções por causa das condições que são oferecidos esses produtos nos mercados. Uma pequena variação na temperatura, até um pouco de chocolate que fique grudado no embrulho já faz essa diferença. Se fosse um produto de precisão extrema, por exemplo um remédio, aí sim faria a diferença.

E os preços continuam em ascensão, mas o salário ó…