Agora já me acostumei a viajar para outros países, e sem preocupação com o idioma a ser falado. Mas, ir para o Chile é muito tranquilo com relação ao que conversar. Eles entendem o que queremos dizer, pelo menos na maioria das vezes que tentei me comunicar, e mesmo sem entender um pouco o que estavam tentando falar para mim.
A viagem para Santiago é algo curioso, principalmente quando o avião passa pela Cordilheira dos Andes. Montanha de gelo bem perto do Brasil, mesmo sendo quase verão tem a possibilidade de ver esse espetáculo da natureza. São montanhas que chegam a 6000 metros de altura, mas que parecem tão pequenas.

Ao chegar no aeroporto há a opção de se pegar o ônibus “Centropuerto”, e que com certeza o motorista, que vai cobrar a passagem, vai te roubar se não prestar atenção no troco. Fora isso, é só prestar atenção no que for fazer e desfrutar o passeio.
A capital Santiago é bem fácil de se deslocar, e aproveite que o mapa da cidade é distribuído gratuitamente. A rede de metrô é extensa, e leva para muitos cantos da cidade. Algumas estações são escuras, mas são legais.

Valparaiso e Viña del Mar
Para quem quer ver o Oceano Pacífico vá para Valparaiso, e aproveiar a proximidade de Viña para conhecer também. A estrada até lá é muito boa, e pegar o ônibus em Santiago na rodoviária foi bem fácil. Uma dica é aproveitar o desconto da passagem de ida e volta.

O preço da comida no Chile é um absurdo de caro, mesmo os pratos “a lo pobre”, portanto, come-se pouco pagando em torno de R$ 20,00. E algumas comidas são quase a mesma coisa que aqui.
Recomendo a bebida oficial do país, que é o “mote”, feto com pedaços de pêssego e milho, e vem junto uma colher. A recomendação é destruir o copo e a colher oferecida para não reaproveitarem.
Há várias coisas para se ver, mas uma vista privilegiada da cidade, e também gratuita, é o Cerro Santa Lucía. Basta subir o morro e ver boa parte da cidade, que é plana em sua maior parte, e claro, os “Andes”.

Por enquanto é só! 😉
