Maracatu

A curiosidade às vezes me faz experimentar coisas novas, e a novidade agora é o maracatu.

Não sei o que deu na minha cabeça de programar um final de semana só para conhecer o maracatu. Tudo bem que eu queria entender melhor o que é para não confundir com outras coisas, e após a indicação de um lugar decidi investigar.

Conheci o Bloco de Pedra, onde ensaiam e oferecem cursos, possuem oficina aberta, etc. Faz parte do projeto Calo na Mão. Mais detalhes veja no site indicado abaixo.

Primeira coisa que me atraiu no maracatu: o som das alfaias! A vontade de tocá-las quase me causou um enfarto. Imagina a vizinhança da Escola Estadual Alves Cruz suportando tudo isso, todos os sábados quando há o curso.

Até me aprofundar mais no assunto o interesse meu era fazer barulho! 😀 Mas vi que haviam outros motivos muito interessantes, e que fez aumentar a minha frequência de participação no maracatu, fazendo até com que eu me inscrevesse em um curso, e logicamente nas aulas de alfaia.

O melhor de participar de tudo isso é conhecer um pouco mais da história do maracatu. Claro que não tenho como, por enquanto, colocar muitas informações aqui em meu “blog”, mas alguma coisa postarei:

  • A origem do maracatu é brasileira, mais precisamente do Pernambuco;
  • Existem várias nações de maracatu, por exemplo Estrela Brilhante de Igarassu, Porto Rico, etc;
  • É praticado em vários países;
  • Por motivos religiosos foi proibido em alguns lugares, e muitas pessoas discriminam negativamente.

Participar desse projeto é muito bom e está me fazendo muito bem! 🙂

Para maiores informações:

http://blocodepedra.maracatu.org.br

New York – Eu fui!

De todas as minhas viagens a mais difícil seria essa, se eu não fizesse um planejamento antes. E não é que foi fácil!
A facilidade se deve ao trabalho que tive anos antes de ir, desde os estudos da língua inglesa até o dinheiro poupado para poder bancar tudo.

Agora, sobre New York: do mesmo jeito que em outras cidades por onde passei, andei pelas ruas normalmente. Com dinheiro no bolso o suficiente para os gastos básicos fiz o que tinha que fazer. Não conheci todos os lugares que gostaria, mas senti um pouco de como é esta cidade.

Os prédios são mais altos que os de São Paulo. Visitar o Empire State é obrigatório, além de outros lugares como o Central Park, Top of Rock, Estátua da Liberdade, etc.

Muita gente fala que é bobagem ir à Estátua da Liberdade, e eu não fui. Vá! Não importa o preço, pois, dependendo de como é a sua vida não estará sempre por lá. Só estive no Empire State, e é muito legal ver a cidade lá do alto.

O Central Park, bem, só ficando um dia inteiro para conhecer, e não pude fazer isso.

Há alguns lugares para se fazer compras de roupas a eletrônicos. Se comparar com o Brasil algumas coisas compensam.

O transporte por metrô é bem curioso, e serve boa parte da cidade. É só comprar o MetroCard, se ficar uma semana compensa comprar o semanal, e se divertir pela cidade.

Sempre falo para as pessoas: o melhor mesmo é estar lá para sentir o ambiente, como em qualquer outra cidade, pois não parava quieto em lugar algum. Sempre entrei em tudo quanto é rua, passeava por caminhos diferentes, etc.

Sul de Manhattan à noite

Recomendo algo para quem quer esquecer a vida: passear pela orla do Rio Hudson, ou a praça mais ao sul da ilha de Manhattan, ver o pôr do sol, caminhar, pensar no que quiser.

 

Quando eu olho para trás eu vejo que tinha muito mais coisas para se ver e fazer…

…e não pensem que precisa gastar muito dinheiro para isso!

Fiz poucas coisas, mas em momento algum fiquei parado. Encerrei a minha viagem vendo uma bela paisagem na caminhada que fiz beirando o Rio Hudson. Há muitos lugares de belas paisagens por lá. Não há só prédios, ou uma selva de pedra.

Evolua mais nos pensamentos e conheçam New York! 🙂 Dia e noite, com sol e chuva, é interessante e tem o que ver e fazer.

Por do sol na orla do Rio Hudson