Começo informando sobre a frustração de ver a cidade de Cananeia ter parado no tempo. Não se esforçam em melhorar a cidade, não fazem algo para deixá-la mais bonita e organizada, além de ter os hotéis mais caros que já vi para uma cidade simples em baixa temporada.
No caminho, tive a oportunidade de ir pelo Parque Carlos Botelho, que é uma estrada com horário de passagem restrito, tendo cachoeiras, rio de águas transparentes e límpidas, podendo inclusive tomar banho em alguns trechos, estrada essa que chega até Sete Barras, logo depois em Registro. A partir daí, via BR 116, com o trânsito que respeita a mãe de ninguém, tem o acesso a Pariquera-Açu, que também não tem onde dormir, para depois seguir para Cananeia, onde o clima nublado me encanta.
Após anos indo para essa região do Vale do Ribeira vejo que pouco evoluiu, e motivos ocultos até imagino. Estive também em Iguape e Ilha Comprida, lugares que poderiam ser explorados turisticamente. Até que fizeram umas coisas diferentes em Ilha, mas está devagar o progresso por lá.
Voltando pela estrada Juquiá – Piedade, para quem gosta de aventura e paisagem hipnotizante, seguindo uma corredeira por um trecho, na estrada temos a possibilidade de comprar produtos de banana e palmito, o que quase não se vê pela região.




