Alguém já teve a ideia de contar quantos bombons há em uma caixa? Com certeza alguém já teve, e também fiz a minha parte. Veja o resultado da minha curiosidade na tabela abaixo:
Total: 23 Bombons na caixa
Nome
Peso individual em gramas
Quantidade
Total em gramas
Smash
20,5
3
61,5
Choquito
21
3
63
Choquito branco
19,5
2
39
Charge
21
3
63
Prestígio
18,4
3
55,2
Lollo
20
2
40
Sensação
11,1
2
22,2
Alpino
13
2
26
Suflair
10
1
10
Crunch
10,2
1
10,2
Galak
10,4
1
10,4
11 tipos diferentes
Peso total:
401 gramas
Foi uma caixa de bombons da Nestlé, com 400g. Até que tive a vantagem de receber 1g a mais. 😀
A curiosidade às vezes me faz experimentar coisas novas, e a novidade agora é o maracatu.
Não sei o que deu na minha cabeça de programar um final de semana só para conhecer o maracatu. Tudo bem que eu queria entender melhor o que é para não confundir com outras coisas, e após a indicação de um lugar decidi investigar.
Conheci o Bloco de Pedra, onde ensaiam e oferecem cursos, possuem oficina aberta, etc. Faz parte do projeto Calo na Mão. Mais detalhes veja no site indicado abaixo.
Primeira coisa que me atraiu no maracatu: o som das alfaias! A vontade de tocá-las quase me causou um enfarto. Imagina a vizinhança da Escola Estadual Alves Cruz suportando tudo isso, todos os sábados quando há o curso.
Até me aprofundar mais no assunto o interesse meu era fazer barulho! 😀 Mas vi que haviam outros motivos muito interessantes, e que fez aumentar a minha frequência de participação no maracatu, fazendo até com que eu me inscrevesse em um curso, e logicamente nas aulas de alfaia.
O melhor de participar de tudo isso é conhecer um pouco mais da história do maracatu. Claro que não tenho como, por enquanto, colocar muitas informações aqui em meu “blog”, mas alguma coisa postarei:
A origem do maracatu é brasileira, mais precisamente do Pernambuco;
Existem várias nações de maracatu, por exemplo Estrela Brilhante de Igarassu, Porto Rico, etc;
É praticado em vários países;
Por motivos religiosos foi proibido em alguns lugares, e muitas pessoas discriminam negativamente.
Participar desse projeto é muito bom e está me fazendo muito bem! 🙂
De todas as minhas viagens a mais difícil seria essa, se eu não fizesse um planejamento antes. E não é que foi fácil!
A facilidade se deve ao trabalho que tive anos antes de ir, desde os estudos da língua inglesa até o dinheiro poupado para poder bancar tudo.
Agora, sobre New York: do mesmo jeito que em outras cidades por onde passei, andei pelas ruas normalmente. Com dinheiro no bolso o suficiente para os gastos básicos fiz o que tinha que fazer. Não conheci todos os lugares que gostaria, mas senti um pouco de como é esta cidade.
Os prédios são mais altos que os de São Paulo. Visitar o Empire State é obrigatório, além de outros lugares como o Central Park, Top of Rock, Estátua da Liberdade, etc.
Muita gente fala que é bobagem ir à Estátua da Liberdade, e eu não fui. Vá! Não importa o preço, pois, dependendo de como é a sua vida não estará sempre por lá. Só estive no Empire State, e é muito legal ver a cidade lá do alto.
O Central Park, bem, só ficando um dia inteiro para conhecer, e não pude fazer isso.
Há alguns lugares para se fazer compras de roupas a eletrônicos. Se comparar com o Brasil algumas coisas compensam.
O transporte por metrô é bem curioso, e serve boa parte da cidade. É só comprar o MetroCard, se ficar uma semana compensa comprar o semanal, e se divertir pela cidade.
Sempre falo para as pessoas: o melhor mesmo é estar lá para sentir o ambiente, como em qualquer outra cidade, pois não parava quieto em lugar algum. Sempre entrei em tudo quanto é rua, passeava por caminhos diferentes, etc.
Sul de Manhattan à noite
Recomendo algo para quem quer esquecer a vida: passear pela orla do Rio Hudson, ou a praça mais ao sul da ilha de Manhattan, ver o pôr do sol, caminhar, pensar no que quiser.
Quando eu olho para trás eu vejo que tinha muito mais coisas para se ver e fazer…
…e não pensem que precisa gastar muito dinheiro para isso!
Fiz poucas coisas, mas em momento algum fiquei parado. Encerrei a minha viagem vendo uma bela paisagem na caminhada que fiz beirando o Rio Hudson. Há muitos lugares de belas paisagens por lá. Não há só prédios, ou uma selva de pedra.
Evolua mais nos pensamentos e conheçam New York! 🙂 Dia e noite, com sol e chuva, é interessante e tem o que ver e fazer.
Conheço cada pessoa que, se eu seguir os conselhos que cada um me diz estou frito! Então, decidi fazer neste ano o que eu acho de melhor para mim, mas não decido no que pode acontecer à minha volta, mas influenciar para que seja próximo do que desejo.
O ano começa de um jeito, acontecem coisas variadas, mas estou firme nos meus objetivos. E as pessoas percebem isso em mim, tanto que vejo comportamentos dos mais estranhos nelas. E aprendi uma coisa há muito tempo: pessoas querem saber a vida de outras pessoas. Eu não poderia ficar fora dessa, e teve gente que pegou no meu pé!
O que decidi fazer neste ano é curtir um pouco mais, sendo mais simples o possível, pois, quem se identificar comigo se aproximará, senão cairá fora!
Estou fazendo coisas que me deixam bem, aprendendo coisas diferentes, mantendo a minha identidade (no meu caso, ser homem e só gostar de mulher é para poucos hoje em dia), e tudo isso me põe em destaque no meio em que vivo. Quando conto para algumas pessoas que me conhecem há muito tempo o que estou fazendo essas ficam surpresas.
E é claro que o meu jeito atrapalhado, ou pelo meu desconhecimento, falta de experiência, faz com que algumas pessoas se afastem, mas, paciência. Retiro este peso da minha consciência.
Do forró ao maracatu, o que pude experimentar eu fui. Do cinema ao teatro, o que pude curtir eu fiz. Da umbanda ao espiritismo, o que puder me ajudar eu frequento!
E vou chegando cada vez mais perto do meu objetivo, sendo limpo, e com a consciência tranquila!
Uma coisa curiosa estou descobrindo: como são formadas as cidades?
Não vou aprofundar nas cidades existentes no mundo, em outros países, e nem em todas do Brasil, pois são muitas, mas penso nas cidades do Estado de São Paulo, que também são muitas.
Cada cidade tem uma população diferente, e por mais próxima de outra sempre tem sua particularidade, que vão desde os costumes do povo às manias da população. Parece que um é parente do outro, principalmente nas cidades menores. Pensando em uma cidade onde o povo tem uma característica, quem vem de fora percebe um comportamento atípico, e quando encontra outra pessoa de fora desta mesma cidade comenta sobre a mesma coisa.
Por outro lado, pessoas da mesma cidade percebem quando alguém é forasteiro. Mas isso só é percebido quando uma cidade é relativamente pequena. Em São Paulo, na capital, isso não é possível. Há uma característica de nós paulistanos, mas aqui já virou um umbral, onde vários espíritos, de divesos graus de evolução, se misturaram, transformando aqui em um inferno.
No plano espiritual são formados grupos de famílias, estas quando encarnam no plano terrestre vêm com algum grau de parentesco. Há pessoas que se juntam, formando uma nova família com um membro de outra família. É desta mesma maneira que vejo as formações das cidades, sendo que o membro residente de uma cidade decide se mudar para outra por possuir alguma afinidade, ou até alguma oportunidade, e parecendo até que reencontrou algo que faltava em sua vida. Por outro lado há cidades que não permitem um membro invasor em seu território, dificultando a integração.
Em um caso recente, ao visitar a cidade de São João da Boa Vista, em uma conversa com colegas de trabalho, os quais vieram de cidades diferentes, surge um comentário sobro o povo desta cidade, e o costume estranho destes cidadãos abordarem as pessoas para perguntar sobre os assuntos mais estranhos, além de serem muito sossegados.
Mas, tendo uma visão um pouco mais profunda e abrangente, pergunto: são as cidades também formadas pelas afinidades no plano espiritual?