Bombons na atualidade

Pelo menos será atual em 2019, quando ocorreu essa última compra de uma caixa de bombons da Garoto.

Uma coisa me deixou cabreiro: além de reduzir o peso da caixa cada vez mais, reduzindo também a qualidade do produto, os pesos individuais também sofreram alterações que ainda preciso de mais recursos pra descobrir a veracidade.

Na tabela abaixo (espero que esta não suma em alguma atualização deste sistema de “blog”) os bombons It Coco – o qual detesto -, Luar Cookies e Chocomelo têm seus pesos medidos em centésimos de grama. Até o ponto que eu entendo sobre pesos e medidas isso é passível de graves distorções por causa das condições que são oferecidos esses produtos nos mercados. Uma pequena variação na temperatura, até um pouco de chocolate que fique grudado no embrulho já faz essa diferença. Se fosse um produto de precisão extrema, por exemplo um remédio, aí sim faria a diferença.

E os preços continuam em ascensão, mas o salário ó…

Saindo do mundo da desinformação

Lembro-me do tempo que interromper alguém assistindo ao noticiário das 8 horas da noite na televisão, ou qualquer outro “jornal”, incluindo o rádio, era motivo de briga em família.
A coisa mais importante do dia era começar à manhã a leitura do jornal de assinatura jogado durante à madrugada no quintal.

Estamos em 2019. Não precisamos mais disso para ficarmos desinformados durante a vida. Temos a internet com um monte de mídias para distorcer qualquer informação.

Agora, para quem procura a verdade, vai continuar procurando se não souber comparar o que lê, ou for igual a mim, um analfabeto funcional.

Para quem acompanha minhas postagens percebe que mal sei escrever (se não fosse a ajuda dos corretores ortográficos sequer escreveria), tampouco sei transmitir o que deveria. Mas o “blog” é meu e faço o que quiser dele.

Mas, o que estou querendo dizer com essa notícia da desinformação? Ultimamente surgiram mídias alternativas às comuns onde buscávamos informações. Nem preciso citá-las, comentar seus nomes, pois já possuem as suas famas.
Acontece que essas mídias alternativas quando entram em ação, mesmo que não concorde confronta as notícias vindas do mundo comum ao qual sempre fomos acostumados a viver.
Só descobri isso ao final de 2018, após um turbulento ano de eleições, como se nunca tivesse acontecido algo parecido com isso antigamente…

No ano de 1989 eu nem imaginaria, sendo criança, o quanto de manipulação que estava acontecendo quando um candidato estava ganhando pontos apenas por agradar a imprensa.
2018 ganhou um que não estava agradando a imprensa comum, além de muitas outras.

A partir daí busquei informações em meios alternativos, contando com a sorte de encontrar algo sério e verdadeiro, ou mais próximo da realidade.
Graças à internet podemos ver não só a notícia escrita, mas também a montada em vídeos (porque ler não é o meu forte também), feito por pessoas que há horas atrás nunca tinha ouvido falar, e hoje já sigo seus canais no YouTube.

Mesmo esses não sendo jornalistas, ou trabalhando em alguma imprensa, essas pessoas com seus canais transmitem informações úteis, importantes, interessantes, mesmo que eu não concorde ou acredite em muitas coisas que vejo, mas não são gente leigas, que passam conteúdo sem ter pesquisado minimamente uma fonte.

Os tempos mudaram de uma época que ficávamos esperando a notícia chegar até nós para um tempo em que temos que buscar essa informação, analisar, comentar, pesquisar e classificar se é verdade ou não. Mas, para isso precisamos conhecer pessoas de confiança, e grupos que procuram o mesmo ideal para que possamos nos contentar com aquilo que estamos nos informando. Caso vejamos algum boato, devemos ter a obrigação de expor a mentira para que não se alastre enganando mais pessoas, e ampliando cada vez mais essa sociedade tão crescente da desinformação.

Que a luz da verdade ilumine o caminho dos nossos conhecimentos!

Os bombons se vão

Em postagens anteriores informei sobre a quantidade de bombons, peso, marcas, contida em caixas, comparando os fabricantes, também informando o peso da embalagem pela soma dos produtos internos. Agora a decepção é outra.

A quantidade reduziu, com isso o peso também, e o preço elevou, e muito, mas, numa “promoção” aproveitei a oportunidade para comprar uma caixa de bombons da Garoto, que no passado chegou a ter 500g, mais recentemente 400g, reduzindo até chegar aos 300g.

Lado positivo: comemos menos, engordamos menos. Lado negativo: pagamos mais, comemos menos, e engordamos do mesmo jeito!

Caixas de bombons: o que poucos sabem

Há anos venho acompanhando a evolução dos preços dos produtos, e focando nas caixas de bombons, vejo um retrocesso no peso, qualidade, quantidade.
Agora, fica uma pergunta: será que fazem isso para poderem relançar os produtos numa série limitada especial com o preço absurdamente maior?

E o sabor então…
Quem repara no gosto sabe do que estou comentando, pois até os ingredientes utilizados para produção estão decaindo em qualidade.

Fiz uma tabela contendo o resultado do que vi em algumas caixas de bombons de três marcas diferentes. Veja o resultado abaixo:

Tabela de bombons

A viagem nunca termina

Estou aqui, de volta, para contar sobre uma viagem que foram duas, e outras mais.

Sempre fui curioso para conhecer os países mais exóticos, e a Guiana Francesa (Guyane Française), por mais que tenha pouco do seu potencial turístico divulgado, era um destino da minha lista. Era, porque eu já fui! Até aí uma longa história que vou contar resumida aqui…

Fiz um plano para viajar em agosto de 2016 para Belém, com passagem por Macapá, e quem sabe alcançar esse outro território estrangeiro, que é a cidade de Saint-Georges de L’Oyapock. Então, fiz o meu passo-a-passo.

Agosto de 2016

Belém

Uma cidade grande da região amazônica, com muitos pontos turísticos para se visitar (museus, teatros, parques, etc.) além da estrutura urbana que muitos desconhecem.

Às margens do Rio Amazonas, Belém tem uma orla onde ficam alguns cartões postais da cidade, que são o mercado Ver-o-Peso, Forte do Presépio, Casa das Onze Janelas (tem mais, só que contam somente as da frente, na parte de cima, é sério), Museu Emílio Goeldi, Bosque Rodrigues Alves (Jardim Zoobotânico, com um peixe-boi em um tanque), Teatro da Paz (concorrente do Teatro Amazonas), e tantos outros lugares agradáveis para ir e passear.

Meu tempo foi curto na cidade, tinha um desafio de conhecer uma outra capital brasileira.

Macapá

Já gostei da cidade nos primeiros passos, nas primeiras ruas e avenidas. Senti-me bem por lá nos primeiros minutos, nas primeiras horas. O que tem pra fazer por lá?

Mais uma vez, ás margens do Rio Amazonas, Macapá tem uma orla onde fica O Cartão Postal da Cidade, que é a Fortaleza de São José de Macapá, e que os moradores, visitantes, enfim, todo mundo que quer um lugar agradável para passar o final da tarde vão até lá, e ficam até à noite, andando em volta, dentro, em cima, tirando fotografias, etc. Além de tudo isso, há um museu interno, de acesso gratuito. Interessante saber nossos meios de defesa do Brasil de antigamente.

Também tem a orla do Rio Amazonas, onde podemos admirar o vento agitando suas águas, que vão subindo a ponto de molhar as pessoas que passam por perto. Uma diversão ímpar, um espetáculo da natureza.

Há também o Museu Sacaca, com algumas coisas da região. Algo que desperta a curiosidade do Brasil, que é o Marco Zero, onde passa a Linha do Equador, ou seja, lá é o Meio do Mundo, tendo também um museu, aberto à visitação, e próximo dali há o estádio chamado Zerão, pois a linha do meio de campo significa a divisão dos hemisférios do planeta.

Vi tudo isso, mas não fiz ainda o que queria, e que só aconteceria numa outra viagem…


 

Novembro de 2016

Brasília

Agora sim, pela primeira vez, andando pelas ruas e avenidas da Capital do Brasil.

Descrever os pontos turísticos dessa cidade seria tolo demais, pois, os noticiários já mostram isso a todo o momento, mas… O lugar é legal? Sim. E muito.

Além dos diversos lugares divulgados (Explanada dos Ministérios, Palácio do Planalto, Lago Paranoá, etc.) tem muitas outras coisas que só estando lá para se ver, sentir como é.

A cidade é projetada e planejada, o estilo das construções, pensadas numa forma para que as pessoas tenham uma boa qualidade de vida. Só não conseguia encontrar os endereços, pois, as ruas não têm nomes, mas sim códigos, siglas, tudo para atrapalhar a vida dos desavisados, confundindo até quem é de lá.

Recomendo o Memorial JK, Panteão da Pátria, Catedral Nossa Senhora Aparecida, Parque da Cidade, Torre de TV, e outros mais.

Mas… Não parei por aí, e, como disse, essa foi outra viagem, e novamente, de volta, sim, voltei a…

Macapá

Preciso dizer mais algo? Sim! O que não fiz na primeira viagem fiz nessa, que foi comer a comida típica da região, que é o tacacá. Um alimento que levanta defunto, e é muito saborosa, e que na verdade, não se come, se toma.

Voltei pra essa cidade também para ir onde não fui da outra vez, que é para…

Oiapoque

Quase o extremo mais ao norte do Brasil (Monte Caburaí é o ponto mais ao norte), um lugar que pude sentir uma paz, olhando o território estrangeiro de Guiana Francesa, separado pelo Rio Oiapoque, onde há uma orla simples, mas para se ficar horas admirando a paisagem até o por do sol, que lá oferece um belo espetáculo. Só estando lá para sentir isso. Mas o meu destino final foi…

Saint-Georges de L’Oyapock

Pisei em território francês, na Guiana Francesa, com meu passaporte, é claro, e pude conhecer um pedaço da França colado ao Brasil. Isso é possível pegando uma catraia (a um custo de R$ 15,00 em novembro de 2016). Tem muitos brasileiros por lá, e comércio brasileiro. O idioma ajuda para os aventureiros que forem conhecer o lugar. Quem vai pra lá se espanta com a ponte ligando os dois países, e que por burocracia sabe lá da onde (Brasil) não concluem o acesso.

 

A viagem Macapá – Oiapoque – Macapá

Essa é uma informação útil para quem quer se aventurar pela região. Ajudarei com umas dicas:

Passagem (em novembro de 2016, custando R$ 115,00) pelas empresas Amazontur (96) 3521-2581, e Santanense (96) 3521-2225. É recomendável fazer reserva das passagens bem antes.

Essa viagem foi de desligar minha mente desse mundo, observando durante a noite o máximo de estrelas, enquanto o céu estava limpo, sem a fumaça das queimadas constantes na região, e durante o dia pude observar o trecho de terra da estrada por onde passei, as pontes ameaçadoras sobre belos rios, os povos indígenas em suas reservas, a rotina de um povo que vive na floresta, no meio de um caminho conhecido por poucos, num Brasil desconhecido por muitos.

BR 156