Entrando pelo cano – Voturuá

Aproveitando a liberdade que a minha vida me proporciona fiz um passeio pelo Guarujá, Santos e São Vicente. Até aí quais novidades?

Santos

Já ouvi alguns moradores da cidade dizerem que nunca foram, ou tiveram vontade de ir, ou até desconhecem, dois lugares bem próximos, que são o Forte e Praia do Góes, no Guarujá. Para chegar até esses lugares é necessário pegar um barco na Ponta da Praia, onde há um porto simples, e este deixa tanto num quanto no outro lugar. Há uma trilha ligando a praia ao Forte – ou Fortaleza da Barra Grande –  de fácil acesso ao fim da vida. Só quem gosta de aventura arriscada vai gostar.

Mas, se fizer o passeio vai encontrar uma praia muito sossegada, tendo como paisagem os prédios de Santos e o mar.

Parei um momento para ver que esta cidade é muito maior do que eu imaginava, e após pegar o barco de volta fiz uma caminhada pelas ruas (na verdade, pelas calçadas) para descobrir um pouco mais, sentir o local, e vi que o lugar é bem estruturado, e até arrumado, e mesmo debaixo de chuva estava agradável.

São Vicente

O principal desse passeio era lá, num lugar bem escondido entre duas cidades, que é um túnel escavado dentro do morro de pedra, e que foi feito para servir de caixa d’água, que é o reservatório de Voturuá.
A visitação ao local é muito difícil. Quando a SABESP, que é a empresa responsável por este lugar, resolve fazer limpeza abre para visitação pública durante alguns dias. Quem tem sorte e consegue ir tem a oportunidade de entrar pelo cano, e ver como é por dentro.

Próxima oportunidade para a visitação? Só quem acompanha direto as notícias da Baixada Santista e região!

Vale do Ribeira 2

Há menos de um ano, indo para Registro, já sabia que viria algumas belezas naturais conhecidas, mas descobriria outros lugares para ir, e que não foi possível ver naquela viagem, e por isso voltei. Destino dessa segunda viagem exploratória ao Vale do Ribeira? Alguns lugares.

Ilha Comprida

Já fui, já voltei, e retornei novamente, pois, há lugares incríveis por lá, onde o sossego impera. No dia que fui estava nublado, temperatura agradável, encontrei lugares e mais lugares tranquilos para esquecer a vida, e bem distantes do centro da cidade. Praias desertas, muito espaço para andar, brincar, etc. E a novidade nesse ano é que a prefeitura de lá está investindo na cidade, melhorando o conforto ao turista imagino. Espero boas novidades em breve.

Ilha Comprida

Iguape (Icapara)

Não ter o que fazer nessa região é ser muito medíocre, ou não ter o mínimo de espírito aventureiro, mas, sem aventura, basta ter uma visão simples que há o que fazer.
Tive a oportunidade, dessa vez, de ir à uma vila chamada Icapara. Tem nada demais lá além do sossego, paisagem espetacular no caminho para lá, e acesso ao porto para reserva da Jureia, que ainda desconheço.


Enquanto eu estava na cidade acontecia a festa Revelando São Paulo, com várias coisas de várias cidades paulistas, muitas delas da própria região.

Miracatu

Ponto de descanso para continuar minha viagem no dia seguinte.

Juquiá – Sete Barras

Início de um caminho diferente para Registro, indo por uma estrada de paisagem com muitos morros, alguns rios, e no caminho passando por Sete Barras, outra cidade que não conhecia na região.

Sete Barras

Registro

A viagem de volta ao meu ponto estratégico do ano passado, e ver o Rio Ribeira de Iguape, caminhando pela Praça Beira Rio.

Descobri também que Registro tem outros cantos há descobrir, e alguns bairros bem arrumados, ou seja, é uma cidade grande da região do Vale.
Reforço que esta região tem um potencial incrível, inclusive já postado aqui algumas coisas sobre um progresso no futuro com reativação da ferrovia, uso melhor do aeroporto, desde que preservando a natureza, que é a maior riqueza.

Acabei de chegar, mas sinto saudades de lá.

🙂

Nascente do Rio Tietê

Em 1991, durante uma aula de Estudos Sociais, o assunto foi o Rio Tietê, sua nascente, poluição causada pelo esgoto direto e indireto vindo de afluentes, sendo um deles o Rio Pirajuçara, próximo à minha escola. Naquela época eu queria conhecer a cidade de Salesópolis, onde começa o rio.

Passaram-se muitos anos até que em 2016 conheci o lugar. Uma pequena aventura no caminho, e a alegria de ir para o Parque Nascentes do Tietê.

O caminho é muito bom para quem vai de Mogi das Cruzes para lá, passando por Biritiba Mirim, continuando na estrada até Paraibuna, onde se entra numa estrada de terra que volta a Salesópolis, e após uma caminhada na poeira (imagino que em dias chuvosos tenha muito barro) chega-se à entrada do parque. Quem vai de carro tem dificuldade de parar por lá, pois, não há estacionamento.

Os atrativos são, além do óbvio, que é a nascente, as trilhas curtas no meio do mato só para passear no meio das árvores.

No meu caminho havia uma pedra…

 

E a tão sonhada nascente surge.

É possível tocar na água, beber, fotografar, conversar sobre a mesma, etc.

E uma coisa ficou em minha mente: sou capaz de realizar qualquer um dos meus sonhos, de qualquer época que eu tenha sonhado, não importando quanto tempo demore. É a mensagem que deixo aqui para todos!

Foz do Iguaçu e região

Tive a oportunidade de conhecer mais uma cidade do interior do Paraná, e gostei de ver uma cidade bem cuidada, ponto estratégico de acesso a mais dois países, a “Tríplice Fronteira”, e de tão próximo que é possível ir a pé, sem se cansar muito, é claro.

Foz é uma cidade onde é normal mudar de país pegando um ônibus na rua, ou seja, para fazer uma viagem internacional basta esperar o veículo no ponto, dar o sinal quando ele chegar, e embarcar até o destino desejado. Os ônibus aceitam as três moedas locais (Real, Peso, e Guarani).

Itaipu

Esse é o lugar mais esperado da minha viagem, que foi conhecer a usina de Itaipu, tanto por dentro quanto por fora. A visita é possível comprando o ingresso, vendido no local, para o passeio completo por lá.

 

Itaipu

Cataratas do Iguaçu

Mais um lugar bem conhecido na região, uma das sete maravilhas. O passeio pelas Cataratas também é possível comprando o ingresso no local. É possível, também tomar banho na cachoeira. É bom estar preparado para se molhar.

Cachoeira

Ponte da Amizade

Antigamente era o ponto de passagem para sacoleiros e muambeiros. Nos dias que estive por lá estava vazio, pois a variação cambial descompensou  para o povo do Brasil fazer compras no Paraguai.

Ponte da Amizade

Ciudad del Este

Quem chega a esta cidade vê um monte de barracas vendendo coisas variadas, as calçadas esburacadas, e algumas galerias, locais que fazem a alegria de brasileiros. Mas, quem gosta de explorar um pouco mais, segue mais em frente, chegando ao “Parque Lago de la Republica”. É um parque bem conservado, limpo, novo, bom para caminhada. Pouco divulgado e conhecido também.

Lago de la Republica

 

Quem está no centro da cidade e quer ver os atrativos de Foz e região, tem ônibus que levam a todos esses lugares, portanto, fácil acesso, inclusive do aeroporto.

Foz do Iguaçu é uma cidade para ser visitada mais vezes. Faltaram várias coisas para eu fazer lá, espero fazer na próxima oportunidade.

 

Minha curiosidade sobre uma caixa de bombom – parte 3

Na minha curiosidade de contar quantos bombons há dentro de uma caixa fiz uma contagem.

Comprei uma caixa da Nestlé e outra da Garoto, há um tempo atrás, no ano de 2013, só para fazer essa experiência. Os tempos eram outros…

Naquela época a caixa de bombom tinha o peso de 400 gramas. Adquiri uma caixa da garoto hoje, pesando 355 gramas, e fiz a contagem com o peso individual. Veja o resultado:

 

Nome Peso (gramas) Quantidade
Surreal amendoim 20 3 60
Serenata de Amor 20 2 40
Serenata de Amor branco 20 1 20
Crocante 12,5 3 37,5
Mundy Mousse 12,5 3 37,5
It Coco 15 2 30
Caribe 15 2 30
Milk & Mel 15,25 2 30,5
Opereta 12,5 2 25
Garoto ao leite 12,5 1 12,5
Baton 16 1 16
11 tipos 22 bombons 339g

Alguma coisa errada aconteceu agora!

Sim, fiz a recontagem, e baseei o peso conforme as informações contidas na caixa, somando os pesos individuais com as quantidades.

Percebo que a pesagem é menor. E agora?

Além do preço ter subido um absurdo, o peso caiu, e vem menos que o informado, o jeito é entrar em contato com o fabricante, informar o que ocorreu, e o que pode estar ocorrendo com outras embalagens.

Já informei em outra publicação: se não fossem as pesquisas não haveriam as descobertas. Faço aqui a minha parte, novamente! 🙂